Base genética de idosos ajuda diagnósticos e abre caça a ‘variações protetoras’
Mayana e Naslavsky. Foco da pesquisa é procurar genes protetores Foto: Felipe Rau/Estadão

Pesquisadores do Centro de Pesquisa sobre o Genoma Humano e Células-Tronco da Universidade de São Paulo (USP) estão a um passo de tornar público o maior mapeamento genético de idosos saudáveis da América Latina. ADIDAS EQT SUPPORT ADV

Serão dados de 1.324 pessoas com mais de 60 anos da cidade de São Paulo. kopen nike air max 2017 Em uma primeira fase, já foram identificadas 207 mil mutações genéticas nunca antes descritas na literatura médica – o que significa que são mutações particulares da população paulistana, que é amplamente miscigenada.

Mas, air max jordan damskie na prática, qual o impacto de termos detalhado o sequenciamento genético de idosos saudáveis? O principal deles, Adidas Shop van Nederland explica Mayana Zatz, Teddy Bridgewater – Louisville Jerseys professora e geneticista que lidera o centro de pesquisas genômicas da USP, Memphis Grizzlies

é saber o quão grave uma mutação genética pode ser para uma pessoa no futuro. nike tn requin Ao identificar em um paciente uma mutação potencialmente perigosa, o médico poderá consultar esse banco de idosos que está sendo criado e descobrir se algum deles possui essa mutação.

A partir daí, Notre Dame Fighting Irish descobrirá se aquela mutação tem ou não efeito tão nocivo ou, ainda, Richard Sherman Seattle Seahawks Jersey se existem mutações que são “protetoras”. GS Air Jordan 5 “E isso já está acontecendo, pois parte dos dados já está disponível para consulta gratuita”,

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *